segunda-feira, setembro 06, 2004

De volta a Recife... E há muito a separar o post irritantemente pernóstico que escrevi na sexta-feira de madrugada, meio bêbado (e que horas mais tarde ainda pensei em deletar, em uma atitude que reconsiderei, depois, em nome da espontaneidade) e este publicado agora, em uma tarde preguiçosa de segunda-feira “pré-feriado”.
Fim de semana permeado de moderação. Só não foi moderado o riso – a falta de noção, obviamente – e certas atividades mentais (ou seriam sentimentais?) irritantemente intensas de reflexão, análise...
Vontade incontrolável de voltar para casa bateu, em pleno sábado à noite, na Praça Guadalajara. Antes, alguns minutos em um Massilon triste, ouvindo música que mais parecia uma versão depressiva e boêmia das melodias da Tosca Tango Orchestra. Alguns perceberam e comentaram, e eu concordo: definitivamente havia algo de anormal naquela cidade.

3 comentários:

patsy disse...

ainda bem que não deletou o post anteior hem! :P
ficou tão bom. :) e sobre a espontaneidade eu sou muita suspeita pra falar né :P relembrando meu eterno lema: "tudo o que nasce livremente de nós mesmos, sem a intervenção das idéias especulativas, tudo isso nos representa." :D

agora uma pergunta só por curiosidade: o que havia de anormal em garanhuns?! =P

fabio disse...

ô, patsy... o post anterior estava muito "agazento", pra usar uma expressao sua... :p Mas entao acho q isso quer dizer q sou agazento qdo sou espontaneo, neh? hehehehehe. pq realmente nao planejei esse post, saiu casualmente... qto a garanhuns,eh dificil explicar... mas cada vez mais cheog à conclusao de

fabio disse...

ô, patsy... o post anterior estava muito "agazento", pra usar uma expressao sua... :p Mas entao acho q isso quer dizer q sou agazento qdo sou espontaneo, neh? hehehehehe. pq realmente nao planejei esse post, saiu casualmente... qto a garanhuns,eh dificil explicar... mas cada vez mais chego à conclusao de que o anormal era eu, e nao a cidade... mas tenho impressões curiosas a respeito disso. depois explico... bjao. fabio